Blog Professora Ana Cristina
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GRANDE ABRAÇO!!!
ANA CRISTINA.
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ANA CRISTINA.
Educadora
domingo, 14 de setembro de 2014
Senhor, dá-me uma partícula da Tua sabedoria para que um dia eu possa ter a certeza de que cumpri com lealdade a difícil tarefa de cultivar mentes abertas e independentes dentro do contexto social. Só assim, Senhor, eu terei o orgulho de um vencedor que soube conquistar e honrar o nobre título de mestre!
sábado, 6 de setembro de 2014
Contar história.
O ato de contar uma história, além de atividade lúdica, amplia a
imaginação e ajuda a criança a organizar sua fala, através da coerência e
da realidade. O ver, sentir e ouvir são as primeiras disposições na
memória das pessoas. Contar histórias é uma experiência de interação.
Constitui um relacionamento cordial entre a pessoa que conta e os que
ouvem. A interação que se estabelece aproxima os sujeitos envolvidos. Os
contos enriquecem nosso espírito, iluminam nosso interior, e, ao mesmo
tempo, nos tornam mais protagonistas na resolução dos problemas e mais
flexíveis para aceitar diferenças.
Qual a diferença entre ler e contar uma história?
São duas coisas muito diferentes,
porém ambas muito importantes. Um texto escrito segue as normas da língua
escrita, que são completamente diferentes daquelas da linguagem falada. Quando
uma criança ouve a leitura de uma história ela introjeta funções sintáticas da
língua, além de aumentar seu vocabulário e seu campo semântico. Porém, aquele que lê a história deve dominar
a arte de contá-la, estar preparado suficientemente para fazê-lo com apoio no
texto, sabendo utilizar o livro como acessório integrado à técnica da voz e do
gesto.
Além disso, quem lê para uma
criança não lhe transmite apenas o conteúdo da história; promovendo seu
encontro com a leitura, possibilita-lhe adquirir um modelo de leitor e
desenvolve nela o prazer de ler e o sentido de valor pelo livro.
http://educador.brasilescola.com/gestao-educacional/o-momento-magico-de-contar-historias.htm
http://www.psicopedagogia.com.br/entrevistas/entrevista.asp?entrID=64
História da arte
A história da arte
está relacionada à cultura dos mais variados povos existentes. Ela
atravessa os tempos, criando e contando o passado e recriando o
presente. A arte está presente a nossa volta e com ela compomos a
história de uma sociedade. Cada objeto artístico apresenta uma
finalidade. Desde a pré-história, o homem sempre criou elementos que o
ajudassem a superar as suas necessidades e a vencer desafios. A arte pode
ser definida como fruto da criação do homem e de seus valores junto a
sociedade. Dentro dela existem vários procedimentos e técnicas
utilizadas para compor uma obra Podemos identificá-las de todas
as formas: arquitetura, música, cinema, teatro, dança, etc. Ela é uma
necessidade que faz o homem se comunicar e refletir sobre as questões
sociais e culturais dentro da sociedade.Saiba que um
artista não é só aquele que é criativo, mas aquele que cria objetos
capazes de atender as necessidades e divulgar os seus pensamentos, assim
como estimular outras pessoas e descobrir novas formas de fazer arte.
História da arte é a história de qualquer atividade ou produto realizado pelo Homem com propósito estético ou comunicativo, enquanto expressão de ideias, emoções ou formas de ver o mundo. Ao longo do tempo, as artes visuais têm sido classificadas de várias formas diferentes, desde a distinção medieval entre as artes liberais e as artes mecânicas, até à distinção moderna entre belas artes e artes aplicadas,
ou às várias definições contemporâneas, que definem arte como a
manifestação da criatividade humana. O alargamento da lista das
principais artes durante o século XX definiu nove: arquitetura, dança, escultura, música, pintura, poesia (aqui definida em sentido lato como forma de literatura com um propósito ou função estética, o que inclui também o teatro e a narrativa literária), o cinema, a fotografia e a banda desenhada. Quando considerada a sobreposição de termos entre as artes plásticas e as artes visuais, inclui-se também o design e as artes gráficas. Para além das formas tradicionais de expressão artística, como a moda ou a gastronomia, estão a ser considerados como arte novos meios de expressão, como o vídeo, arte digital, performance, a publicidade, a animação, a televisão e os jogos de computador.
A "história da arte" é uma ciência multidisciplinar que procura estudar de modo objetivo a arte através do tempo, classificando as diferentes formas de cultura, estabelecendo a sua periodização e salientando as características artísticas distintivas e influentes. O estudo da história da arte teve início durante o Renascimento, ainda que limitado à produção artística da civilização ocidental.
No entanto, ao longo do tempo foi-se impondo uma visão alargada da
história artística, procurando-se compreender e analisar a produção
artística de todas as civilizações sob a perspectiva dos seus próprios valores culturais.
* http://historia-da-arte.info/
* http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_arte
Independência do Brasil
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de
nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia
política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na
luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi
executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante
o processo da Inconfidência Mineira.
Dia
do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de
Lisboa,
exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam
nesta ideia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D.
Pedro impedia
este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e
proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga
ao povo que fico."
O
processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a
metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro
convocou uma Assembleia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as
tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei
de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem
a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a
lutar pela independência.
O
príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar
setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois
acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social.
Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a
Assembleia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas
notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos
para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou :
" Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro
de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D.
Pedro foi declarado imperador do Brasil.
http://www.suapesquisa.com/independencia/
Clarice Lispector
BIOGRAFIA
Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, na aldeia Tchetchenilk, no ano de 1925. Os Lispector emigraram da Rússia para o Brasil no ano seguinte, e Clarice nunca mais voltou á pequena aldeia. Fixaram-se em Recife, onde a escritora passou a infância. Clarice tinha 12 anos e já era órfã de mãe quando a família mudou-se para o Rio de Janeiro. Entre muitas leituras, ingressou no curso de Direito, formou-se e começou a colaborar em jornais cariocas. Casou-se com um colega de faculdade em 1943. No ano seguinte publicava sua primeira obra: “Perto do coração selvagem”. A moça de 19 anos assistiu à perplexidade nos leitores e na crítica: quem era aquela jovem que escrevia "tão diferente"? Seguindo o marido, diplomata de carreira, viveu fora do Brasil por quinze anos. Dedicava-se exclusivamente a escrever. Separada do marido e de volta ao Brasil, passou a morar no Rio de Janeiro. Em 1976 foi convidada para representar o Brasil no Congresso Mundial de Bruxaria, na Colômbia. Claro que aceitou: afinal, sempre fora mística, supersticiosa, curiosa a respeito do sobrenatural. Em novembro de 1977 soube que sofria de câncer generalizado. No mês seguinte, na véspera de seu aniversário, morria em plena atividade literária e gozando do prestígio de ser uma das mais importantes vozes da literatura brasileira.
Obra:
O objetivo de Clarice, em suas obras, é o de atingir as regiões mais profundas da mente das personagens para aí sondar complexos mecanismos psicológicos. É essa procura que determina as características especificas de seu estilo.
O enredo tem importância secundária. As ações - quando ocorrem - destinam-se a ilustrar características psicológicas das personagens. São comuns em Clarice histórias sem começo, meio ou fim. Por isso, ela se dizia, mais que uma escritora, uma "sentidora", porque registrava em palavras aquilo que sentia. Mais que histórias, seus livros apresentam impressões.
Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, na aldeia Tchetchenilk, no ano de 1925. Os Lispector emigraram da Rússia para o Brasil no ano seguinte, e Clarice nunca mais voltou á pequena aldeia. Fixaram-se em Recife, onde a escritora passou a infância. Clarice tinha 12 anos e já era órfã de mãe quando a família mudou-se para o Rio de Janeiro. Entre muitas leituras, ingressou no curso de Direito, formou-se e começou a colaborar em jornais cariocas. Casou-se com um colega de faculdade em 1943. No ano seguinte publicava sua primeira obra: “Perto do coração selvagem”. A moça de 19 anos assistiu à perplexidade nos leitores e na crítica: quem era aquela jovem que escrevia "tão diferente"? Seguindo o marido, diplomata de carreira, viveu fora do Brasil por quinze anos. Dedicava-se exclusivamente a escrever. Separada do marido e de volta ao Brasil, passou a morar no Rio de Janeiro. Em 1976 foi convidada para representar o Brasil no Congresso Mundial de Bruxaria, na Colômbia. Claro que aceitou: afinal, sempre fora mística, supersticiosa, curiosa a respeito do sobrenatural. Em novembro de 1977 soube que sofria de câncer generalizado. No mês seguinte, na véspera de seu aniversário, morria em plena atividade literária e gozando do prestígio de ser uma das mais importantes vozes da literatura brasileira.
Obra:
O objetivo de Clarice, em suas obras, é o de atingir as regiões mais profundas da mente das personagens para aí sondar complexos mecanismos psicológicos. É essa procura que determina as características especificas de seu estilo.
O enredo tem importância secundária. As ações - quando ocorrem - destinam-se a ilustrar características psicológicas das personagens. São comuns em Clarice histórias sem começo, meio ou fim. Por isso, ela se dizia, mais que uma escritora, uma "sentidora", porque registrava em palavras aquilo que sentia. Mais que histórias, seus livros apresentam impressões.
http://www.brasilescola.com/biografia/clarice-lispector.htm
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